28 de set. de 2020

181) O que é Astrofenomenologia?



ASTROFENOMENOLOGIA


O que é Astrofenomenologia®? 

É a busca de soluções astrológicas em seu mapa, através da fenomenologia da Constelação Familiar criada por Bert Hellinger. 


Como é o encontro? 

Por videoconferência num encontro de até 2 horas.

 

O que a Astrofenomenolgia® pode oferecer para você?

           Um passo em direção à solução de algumas das suas questões.

  

Como surgiu?

A ASTROFENOMENOLOGIA® surgiu ao longo dos meus 30 anos de experiência como astróloga, somados aos 16 anos como aluna e Facilitadora de Constelação Familiar, quando comecei a praticar e pesquisar a postura fenomenológica hellingueriana aplicada à leitura dos mapas astrais.

     Nesta postura, que é usada por nós, Facilitadores de Constelação Familiar, descobri como somos conduzidos pelas informações do inconsciente pessoal, familiar e transgeracional nos movimentos dos planetas, criando um efeito revelador e sanador em quem procurava o atendimento. 

No atendimento da ASTROFENOMENOLOGIA® do MAPA NATAL a pessoa escolhe até 3 assuntos a serem tratados na consulta. Podendo marcar quantos encontros achar necessário.  Nele eu também faço uma fórmula Floral da terapia de Florais de Bach específica para aquele momento.

Na ASTROFENOMENOLOGIA® dos TRÂNSITOS E REVOLUÇÃO SOLAR (previsões anuais):  a pessoa escolhe até 3 temas para serem tratados. Nele eu também indico um lugar auspicioso para passar o aniversário.  Por isso, instruo que se faça 3 meses antes do aniversário. E faço uma fórmula floral da terapia de Florais de Bach, específica para o momento.

Na ASTROFENOMENOLOGIA® da SINASTRIA (mapa da relação de casal): os parceiros devem ter no mínimo 6 meses de relação e fazerem juntos o encontro comigo. O casal escolhe 1 até 3 temas para serem tratados. E podem marcar novos encontros. 

Se quiser mais informações, me escreve para o manikastrologia@gmail.com

 

 


16 de set. de 2020

180) Os Estágios da Anima e do Animus

 


Reconhecemos um navio porque ele já estava na gente como modelo.

Da mesma maneira, um homem enxerga uma mulher, e vice-versa, com modelos interiores, prefigurados em estágios diferentes.

Há, portanto, uma contrapartida feminina no homem, a anima, moldada pela experiência com a mãe, irmãs, visão do pai e cultura sobre as mulheres. Sua anima molda como ele as experimenta.

Jung diz que a anima no homem tem 4 estágios nestes arquétipos:

1. Eva - aqui o homem vê a mulher como objeto do desejo.

2. Helena - ele percebe a inteligência, autoconfiança e sucesso na mulher, mas não suas virtudes.

3. (Virgem) Maria - faz com que ele a veja como virtuosa.

4. Sophia - Athena (sabedoria), ele experimenta a mulher por inteiro, com qualidades positivas e negativas e a personificação da Sabedoria.

Os estágios da anima faz o homem desenvolver nele aquelas características. A anima negativa, ou experiências difíceis com a mãe, com a anima negativa do pai (falar mal das mulheres), faz com que perca seu desejo, ou a humilhe por inveja do feminino. Acha as mulheres vadias, burras e traiçoeiras. E o fará ficar calado, jamais disponível para uma conversa franca.

Jung chamou a contrapartida masculina nas mulheres de animus. Todas as experiências que a garotinha teve com o pai, irmãos, com a visão masculina da mãe e cultura sobre os homens, moldam seu animus e como ela o experimenta. Os 4 estágios do Animus são: 

1.Hércules - Ela experimenta o homem como força física e reprodutora.

2.Apolo - é o estágio no qual percebe ele como estrategista, planejador e realizador.

3.Sacerdote - Professor. Aqui ela experimenta o homem como inteligente e orientador.

4.Hermes - o sábio na mulher a faz experimentar o homem por inteiro, integrado com sua luz e sombra. 

Os estágios do animus na mulher a desenvolve naquelas características. Um animus negativo, ou experiências difíceis com o pai ou animus negativo na mãe (falar mal dos homens), fará com que ache os homens fracos, meros reprodutores que não sabem nem trocar uma fralda. Fará com que ataque o companheiro e discuta a relação (DR) por ninharias.

Este é o drama humano, um navio é muito mais do que um navio. 

 

#anima #animus #Jung #transferência #projeções

 

179) O Sorriso das Sombras



Na sombra há tesouros revelados em alguns sorrisos. Explico melhor.

No HQ acima, uma moça na penumbra se oferece para o amante: “Olha! Este coração não vai se quebrar sozinho!”.

É assim..., o reino comandado pela sombra, o inconsciente, pode surgir em frases engraçadas. Isto porque o riso acontece na direção não esperada pela expectativa. Pensamos que a moça diria, “me beije”, mas ela pendula e revela o inusitado.

O inconsciente também invade o consciente neste movimento pendular, para não deixar o Ego congelar nossa evolução com sua rigidez de certezas.

Por exemplo, o riso vem da piada, comédia ou surpresa e quando sofremos, mas a sombra a complementa com um “kkk”. 

- To numa pindaíba! Kkkk 

Aqui, o riso apareceu para deixar um problema mais leve e para o oculto se revelar dizendo: “quero ajuda, mas não vou mudar, porque sou mais leal ao meu sistema família do que eu supunha.”

A sombra, às vezes, opera assim, como a gargalhada de uma bruxa enforcada em seu próprio mandato.

O contrário também é verdade. A pessoa fala mal das suas conquistas, risos verdadeiros de sua alma: “que droga! Meus filhos saíram de casa!” Mostrando, sem perceber, que é uma excelente mãe que os preparou para o mundo, mas que ela, como indivíduo, ainda não saiu de algo. 

Por tudo isso, o riso é um aliado, um alívio e a leveza desejada, mas também pode ser um alerta de destinos difíceis, se não entramos em contato com a sombra.

E como atua o riso sombreado no inconsciente familiar? 

A moça triste diz, “não admito traição como minha mãe admitiu.” E lá do porão do inconsciente, o encarcerado amor pelo pai busca um homem mulherengo como ele, que a faz sorrir. Não só para permitir o amor pelo pai, disfarçadamente em outra pessoa, mas para libertar a mãe dos seus julgamentos. 

Se nos fixamos demais na luz e certezas do Ego, somos atraídos pelo rei do inconsciente, a Sombra autônoma, reveladora desconcertante de outras dimensões.

Não à toa, o sorriso do balanço entre os dois reinos é pendular, diferente dos risos tortos de uma gangorra.

 

#LuzeSombra #Inconsciente #Consciente #Jung

 



9 de set. de 2020

178) Um Passo Depois do Trauma



Esta corrida para a mãe é um movimento perdido quando há um trauma


O que é um trauma? Como se resolve?

 

Bert Hellinger, criador da Constelação Familiar, observou que um trauma é um movimento interrompido. Por exemplo, se no nascimento ou infância somos afastados da mãe ou do pai por motivos de doença, viagem, ou qualquer outra situação por mais tempo do que podemos suportar, instintivamente retraímos o movimento até eles para não enlouquecermos de dor. Não é uma decisão consciente, é um mecanismo de defesa para nossa sobrevivência. Neste hiato há pânico, terror, raiva, impotência e rejeição. Congelamos aí. 

 

Crescemos sem lembrar do trauma, mas o reeditamos com mil explicações dos porquês não gostamos do pai ou da mãe. Ou porque a relação com eles é quase impossível. Chegamos mesmo a ser cruéis sem nem perceber. Há quem diga: “minha mãe foi terrível! Trabalhava o dia todo pra gente comer.” 

 

- Ela foi terrível porque trabalhava para vocês comerem?

 

- Ah... De qualquer maneira, não gosto dela.

 

Há outros sintomas também, como aquelas pessoas que não conseguem mais sentir nada, ou sempre entram em relações impossíveis, ou não agarram as oportunidades porque seus braços desistiram de tomar a vida da mãe ou do pai. 

 

Ficamos rodando em volta de uma mesma questão, espirais daquele primeiro trauma ou movimento interrompido sem solução. 

 

Se você ficou em incubadora, ou sua mãe ou pai ficaram doentes ou afastados por mais de três dias sem manterem contato na sua infância; se perdeu um dos teus pais multo cedo, pode haver um trauma inconsciente rodando por baixo de muitos “fracassos”, desespero, vícios, rejeição e depressão.

 

Consegue parar de culpá-los e à vida pelo que aconteceu? Consegue ultrapassar cada monstro do medo, raiva, terror e luto daquele hiato de dor? Tá pronto/a para dar o primeiro passo e resolver esta interrupção?    

 

Mas como? O chão perdido de outrora agora está disponível. Não vai mais cair. Então já pode seguir em frente...

 

"Recuperando o movimento que foi interrompido, o movimento que não foi possível." Bert Hellinger. 

 

#trauma #movimentointerrompido #BertHellinger #Familienstellen #ConstelaçãoFamiliar #Manika

 


5 de set. de 2020

177) Carícia Ancestral

 



 

Alguns cientistas foram atrás da matriz materna da humanidade e chegaram numa ancestral, do continente africano, de onde toda humanidade, que hoje habita o planeta, foi gerada. Nesta pesquisa, a nomearam como Eva mitocondrial.

 

Foram atrás também dos rastros do primeiro homem que aparece em nossos genes atualmente. Encontraram um homo sapiens, mil anos mais novo do que a Eva. 

 

Para rastrearem a primeira mulher ainda pulsando na humanidade, pesquisaram as mitocôndrias. Para saber do primeiro homem, pesquisaram o Y, que nunca altera. É sempre o mesmo de pai pra filho. 

 

Foi então que descobriram que não havia só um Adão. A Eva, em alguma descendente, namorou um neandertal com outro Y.

 

O mesmo caminho de descoberta pode ser feito com as nossas mãos:

 

“Durante a gestação pegamos emprestado tecidos do corpo da nossa mãe. Significa que toda “matter” ou matéria é maternal. Por isso que no latim, mãe vem de mater e pai de pater, o padrão. Então, quando você toca a pele não é só a sua mãe ou avó que estás acariciando, mas também a primeira mãe. Literalmente, esta é uma das razões do porquê somos os ancestrais. A vida recicla...” 

 

Não sei quem é o autor deste trecho destacado, mas é lindo! 

 

#ancestrais #mãe #pai #Eva #Adão #Adão2 #lucyamãedahumanidade #liferecycles

 

2 de set. de 2020

176) Mulher e a Jornada do Feminino

 


Querida Mamãe
Mônica Clemente (Manika)

Querida mamãe,

 

Me tornei mulher como você. E hoje posso ser o que eu escolher. Embora ainda tratem minha voz com cadeados. 

 

Sim, mãe, há homens e mulheres me dizendo o que devo ou não dizer como mulher e profissional, mesmo que eu tenha dados que comprovem minha fala, sem esfregá-los na cara de ninguém. 

 

É porque há muito tempo só havia uma opção para nós, casar e gerar filhos, o que é maravilhoso, mas não tínhamos permissão para seguir outras vocações junto daquela. Ou pensar independentemente.

 

Para as que casaram e/ou foram mães sem ser estes o seu chamado, deve ter sido difícil. E para as que queriam este destino não foi mais fácil, porque suas vozes eram abafadas. 

 

Ainda hoje, muitas de nós se veem perdidas ou sem valor se não casam e não são mães. Sem perceber as possibilidades que podem criar para si mesmas e às futuras gerações. Inclusive de criar paradigmas que dão mais espaços para as futuras mulheres.

 

Ainda hoje somos esposas e mães, sem que algumas de nós perceba o nosso   valor se não temos um trabalho e se não ganhamos nosso dinheiro.

 

Mas aí eu olho para você, mãe, e para todas as mulheres e aceito o seu feminino e de cada uma delas exatamente como foi e é. Você não precisa fazer ou ser mulher, mãe ou esposa o que eu imagino ser o certo.

 

E paro de achar desculpas para nossos eventuais erros, para não perder minha força e autonomia. 

 

O que cada uma de nós fez com seu feminino, dentro do que nos era permitido, fora e dentro da gente, é obra completa. Não porque está pronta, mas porque é a digital daquela vida, naquele momento. 

 

Ainda temos que nos soltar de muitos grilhões, mamãe, mas o primeiro passo que eu vou tomar é tratar do meu útero como uma das matrizes de quem sou e do que desejo servir, e não mais como propriedade do coletivo. Embora ele nos ligue a toda humanidade. 

 

Eu também vou usar seus poderes não só para gerar a vida, ou pra me sentir mulher. 

 

Há muito o que descobrir sobre o feminino, mãe, sem tirar a sua força e sem tirar a minha.


Mônica CLemente (Manika)

29 de ago. de 2020

175) Como curamos um vício em nós?

 


Como curamos um vício em nós? 

Qualquer vício, até de açúcar e gastos excessivos.

Existe diversos grupos gratuitos e eficazes de apoio aos viciados e às suas famílias. Só pesquisar no google que achamos indicações no mundo todo.

O apoio aos familiares tem duas finalidades: 

1.    Apoiar as pessoas que convivem com o viciado e ajudá-las a poder ajudar o doente.

 

2.    E para não tornar o viciado ainda mais viciado.

 

Uma mãe ou pai ou filhos assustados com o vício do cônjuge ou parentes, vai dizer para o doente parar com o vicio, sem saber como. Na maioria das vezes perseguindo o adicto impiedosamente com julgamentos violentos, que se justificam, aparentemente, com o comportamento desagradável do viciado.

 

Como vicio é a compensação de algo que nunca é preenchido, a patrulha da “pessoa sã” piora os sintomas do viciado.

 

O patrulhador parental também dirá para os filhos nunca ficarem como o pai ou mãe doente. A criança entende esta ordem como nunca tomar a vida que veio do pai ou da mãe viciados. Ou as próprias crianças pensam: “nunca ficarei assim! Detesto o alcoólico!” O que inicia um processo de falta que, futuramente, pode ser compensado com algum vício.

Há também a alienação parental. Ela acontece mais da mãe em relação ao pai, até porque há mais mães presentes do que os pais nas famílias. Mesmo que o pai não seja viciado, a mãe pode reclamar dele para os filhos, jogando-os contra o pai.  Acontece de alguns pais também alienarem as mães, causando danos e comportamento de adição.

Alienação Parental é a exclusão de um genitor por alguém da família, não o abandono da família pelo genitor. Não confundir.

Só para ilustrar a situação do que sentimos quando falta algo: já reparou como engordamos mais depois de regimes brutais?  Toda falta imposta ao corpo e à alma um dia será compensada. Isso não é desculpa para o viciado não se tratar, mas ajuda a gente a parar de criminalizar os desejos do corpo e da alma. 

 

Como disse o Hellinger: 

 

“Torna-se viciado aquele a quem falta algo. Para ele, o vício é um substituto.  Como curamos um vício em nós?  Reencontrando aquilo que nos falta. Quem ou o que falta no caso de um vício? Geralmente o pai. Ninguém é capaz de se sentir inteiro e completo sem o seu pai."  Bert Hellinger

 

26 de ago. de 2020

174) O Sol Nasce Sem Rancor da Noite

 


Eu to ficando louca! disse ela para os pais. A mãe e o irmão caçula não viraram o rosto e trancaram a respiração. Lá vinha a filha problemática lhes tirar a atenção da novela.

 

O pai, no mesmo aposento, estava fixado na tela do computador e não se virou. Chegaram a se mimetizar com a mobília antes da moça repetir: Eu to ficando louca! Me ajudem?!

 

A esperança arrancada dos pulmões turvou sua visão. Talvez devesse saltar do sexto andar e acabar logo com isso. Mas algo a impediu.

 

Eram as costas dos seus pais com seus monólogos.

 

Cala a boca, sai daqui! Chorona, sai daqui! Malcriada, sai daqui! Vai para o castigo! Fiquei grávida de você sem querer! Quer enlouquecer a sua mãe? Deixa o seu irmãozinho em paz! 

 

Soterrada pelos cuidados materiais excessivos, não ousava acreditar que precisava mais do que as costas.

 

Um dia, depois de buscas em diversas terapias, descobre que tem que achar o seu terapeuta e não uma linha de cuidados especificas. Não era Constelação Familiar, Bioenergética, Reiki, Astrologia, Psicanálise ou Análise transacional e Frequência de Brilho. Nem era yoga ou budismo. Era o terapeuta. Só podia chegar nele se continuasse procurando.

 

Um dia, um deles disse nos primeiros minutos de entrevista, que se tornaram anos de desabrochamento:

 

- Você é escrava da sua família. 

 

Era o miniconto da sua vida. 

 

Ela não era escrava porque cuidava dos pais. Era desprezada para nunca sair do ninho, para nunca saber do seu brilho. E, assim, suprir o vazio dos seus velhos com a seiva de sua mocidade. 

 

Não é assim que nascem as sombras, da luz bloqueada de um ser inteiro? 

 

O microconto teve efeito porque o terapeuta sabia como tirá-la do soterramento. Não eram palavras memorizadas de um manual.  Com o tempo, aprendeu com ele a cavar fundo para resgatar os seus eus.

 

O Sol nasce sem rancor da noite que o escondeu.

 

#Psicanálise #Minicontos #Desespero #SíndromeDePânico 

 

23 de ago. de 2020

173) O Eu, O Outro, O Nós

 

 @manika_constelandocomafonte e @adrianeamaral.arati em Porto Alegre, antes de facilitarmos o 

Seminário de Constelação Familiar “Amor à Segunda Vista”. Mesmo nome do Livro do Bert Hellinger.


Em 2018 eu, Mônica Clemente (Manika) e Adriane Amaral (Arati), facilitamos um Seminário * de Constelação Familiar em Porto Alegre chamado “Amor à Segunda Vista”.

O Amor à Segunda Vista, segundo Hellinger, é quando o casal atinge outras esferas na relação. Quando reconhece e aceita o parceiro/a exatamente como é. Quando cada um se reconhece dentro da parceria e traz para ela a sua própria história, incluindo a aceitação da família original, desejos e guiança sem sacrificá-los, anulando-se.

Quando seus olhares cruzam no futuro, nos planos conjuntos, na nova família que são, em valores compartilhados e criados juntos, nos filhos e nos sonhos realizados por conta da união. Lembrando sempre das diferenças que trazem e do lugar delas na relação. 

O olhar do casal não se enfrenta, fechando o horizonte (você tem que ser ou fazer o que eu sou e quero. Você é a projeção dos assuntos mal acabados da minha família). Nem está em paralelo, nunca se encontrando no futuro. Mas em diagonal, para seus destinos se encontrarem sem perder a perspectiva dos horizontes e de quem são.

A melhor forma que encontrei para exemplificar o Amor à Segunda Vista é assim: São 3 esferas que viram 5 por conta do amor. O Eu, o Outro e o Nós que devem sempre estar presentes numa relação sem se extinguirem, se transformam em:

1) Eu Sou o que sou

2) E o que trago comigo. 

3) Ele/a É o que é

4) E o que traz dele/a consigo. 

5) Nós olhamos para as 4 esferas acima e para o futuro, no encontro do nosso olhar. Ou a consciência de que no casamento formo uma nova família, portanto a família original pertence ao que trago e levo comigo, mas não é nosso horizonte. 

 

Isto não é uma ciência exata, então como aplicar? Juntos! 

Mas como? Como diz a música: Love Will Find a Way - O amor achará o caminho.

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Nele vivenciamos Constelações Familiares, e exercícios com o grupo inteiro, das descobertas e compreensões do Bert e Sophie Hellinger sobre a relação de Casal. Nós fizemos também algumas descobertas.

#Familenstellen #ConstelaçãoFamiliar #RelaçãoDeCasal #BertHellinger #SophieHellinger #PortoAlegreAmor 

627) Stellium em Áries nas 12 Casas Astrológicas

  Stellium em Áries nas 12 Casas Astrológicas - 2026 Mônica Clemente (Manika) Hoje - 17-04- 2026 -  compartilho com você um vídeo sobre o St...