20 de set. de 2021

353) Centenário de Paulo Freire

 


Centenário de Paulo Freire 

Há cem anos, em 19/09/1921 nascia Paulo Freire em Recife. Agora em 2021 comemoramos o Centenário deste grande educador e pensador. Ler ele é como pegar nas mãos a chave da cadeia que nos trancava. Há uma vida antes e depois de acessar os saberes deste professor.

Como, por exemplo, o respeito pelos saberes todos.

Quem busca amor, precisa do Freire. Quem busca autoconhecimento precisa dele. Quem busca liberdade também. E, principalmente, quem quer ser educado. Porque, em última análise, educação é se libertar de tudo o que nos aprisiona.

Ele é o gigante de muitos gigantes! Aquele, no ombro de quem vemos além.

Obrigada, professor!

352) Eu vi mais longe... Uma Homenagem ao Bert Hellinger

Bert Hellinger - foto do Instagram @bert.hellinger


Querido Hellinger,

 

Você disse: “Quem for até suas raízes voltará inteiro.”

 

Eu sei que este aforismo é uma senha para várias compreensões. E até me lembrou de outra frase do Jung:

 

“Minha vida é a história de um inconsciente que se realizou.”

 

Mas a compreensão que me vem agora é da última ida às raízes, quando ficamos completos…

 

…você se completou há 2 anos, em 19/09/2019…

 

E, para nós, isto quer dizer que você está na dimensão dos ancestrais, embora sua obra esteja viva, crescendo e atuando.  Isto porque a sua filosofia aplicada demonstrou o que muita gente experimentou como cura. Como libertação de uma caverna cheia de sombras, como dizia Platão.

 

E por sua obra ser tecida de humanidades, ela se espalhou facilmente, a ponto de ajudar milhares de pessoas no mundo inteiro. 

 

Como ancestral, você agora é um gigante. E, dizem os sábios, é nos ombros dos gigantes que nós vemos mais longe. Essa ideia é atribuída a Bernardo de Chartres, no século XII, na citação “Anões em ombros de gigantes”.

 

Ele queria dizer que podemos descobrir a verdade a partir de descobertas anteriores. A partir do que outros viveram, pensaram e descobriram.

 

E o seu uso mais conhecido é do Isaac Newton, que escreveu: "Se eu vi mais longe, foi por estar sobre os ombros de gigantes." (1675)

 

Sim, nem todo gigante é compreendido. E isso nunca o assustou. 

 

O próprio Sócrates teve que tomar cicuta, mas, também por isso, ainda podemos subir nos ombros dos seus ensinamentos e ver muito mais.

 

Muito obrigada por tudo! Te amo!

Mônica Clemente (Manika)

 

___________

A frase completa do Jung é esta:

 

“Minha vida é a história de um inconsciente que se realizou.

Tudo o que nele repousa aspira a tornar-se acontecimento, e a personalidade, por seu lado, quer evoluir a partir de suas condições inconscientes e experimentar-se como totalidade.”

 

Foto da página do Bert Hellinger no Instagram

@bert.hellinger

 

#BertHellinger #SophieHellinger #Amor

#Familienstellen #ConstelaçãoFamiliar #HellingerSciencia #HellingerSchuele #FonteDaConstelaçãoFamiliar #Junk #BernadoDeChartres #Ancestrais #OmbrosDosGigantes 

 


351) Uma Genealogia das Relações de Amor e Abusiva

 

Uma Genealogia das Relações de Amor e Abusivas. Ou um singelo caso de amor próprio que nasce de relações saudáveis. 


Mônica Clemente (Manika) 

 

Eu estava aqui mapeando as relações de amor e as abusivas. Sem buscar culpados, vítimas ou fantasias. Eu queria descobrir suas genealogias. Como se formam?

 

Começou com a Madonna, uma cachorrinha que a minha irmã se apaixonou. Ela era tratada como alguém que podia ser educada, não adestrada, com características caninas a serem respeitadas e amor.

 

Me lembro da cara da Madonna no dia em que minha irmã a tratou, uma única vez, como se ela fosse um ser débil que se bate com jornal. 

 

Seus olhos se assustaram, sem perder a autoestima. Ela se virou e foi para minha cama, sem nunca mais olhar para minha irmã. Conheço muitas de nós que não foi bem tratada na infância, perdendo seu amor-próprio. 

 

Então, dá o “azar” ou é programada para achar um companheiro que a trate mal. Confirmando a crença, tecida por anos de maus tratos, de que não vale nada. E, ao contrário da Madonna, não conhece a saída, procurando o que foi que ela fez de errado. 

 

Possivelmente ficará anos assim. E se conseguir sair da relação abusiva, que ela mesmo nutre com raiva e baixa estima, vai encontrar outra pessoa igual ou pior para se relacionar.

 

Minha irmã sabia que tinha tratado a amiga como não se trata nem cachorro. Falou com ela em vão. E só 3 dias depois a pequena fez as pazes.

 

Claro que quem a educou a se amar e saber que não podia aceitar alguns comportamentos foi a minha irmã. Por isso, uma cachorra, sabia que um grito não era legal. (Foi só 1 grito).


Ali eu aprendi que muitas de nós não sabe se reconhecer como alguém que merece ser tratada com respeito, aceitando migalhas ao invés de amor.

 

Migalhas não são coisas lindas e verdadeiras que alguém faz ou dá e a gente não valoriza. São promessas de amor e bons cuidados que nunca se cumprem.

 

Para resolver a questão não adianta culpar pai, mãe ou ex-parceiros abusivos. Embora eles não tenham nos ensinado a descobrir nosso valor.

 

A solução está em outro lugar.

 

Para mim foi ver a minha irmã cuidando das plantas, animais e pessoas com tanto amor e respeito que as flores, com ela, nascem até fora da estação e uma cachorra sabe o que é autoestima.

 

Era assim que eu ia me tratar.

 

Mônica Clemente (Manika)

 

#autoestima #amor #relaçãoabusiva #Amorpróprio

 

350) Como Atuam a Anima no Homem e o Animus na Mulher

 


Reconhecemos um navio porque ele já estava na gente como modelo. Da mesma maneira, um homem e uma mulher se enxergam com modelos interiores, prefigurados  em estágios diferentes.

 

Há, portanto, uma contrapartida feminina no homem, a anima, moldada pela experiência com a mãe, irmãs, visão do pai e cultura sobre as mulheres. Sua anima molda como ele as experimenta.

 

Jung diz que a anima no homem tem 4 estágios nestes arquétipos:

 

1. Eva - aqui o homem vê a mulher como objeto do desejo.

2. Helena - ele percebe a inteligência, autoconfiança e sucesso na mulher, mas não suas virtudes.

3. (Virgem) Maria - faz com que ele a veja como virtuosa.

4. Sophia - Athena (sabedoria), ele experimenta a mulher por inteiro, com qualidades positivas e negativas e a personificação da Sabedoria.

 

Os estágios da anima faz o homem desenvolver nele aquelas características. 

 

Eu observo nas leituras do mapa astral ou na constelação familiar que a anima negativa, ou experiências difíceis com a mãe ou com a anima negativa do pai (falar mal das mulheres), faz com que o homem perca seu desejo, ou humilhe a parceira por inveja do feminino. Acha as mulheres vadias, burras e traiçoeiras. E o fará ficar calado, jamais disponível para uma conversa franca.

 

Jung chamou a contrapartida masculina nas mulheres de animus. Todas as experiências que a garotinha teve com o pai, irmãos, com a visão masculina da mãe e cultura sobre os homens, moldam seu animus e como ela o experimenta. Os 4 estágios do Animus são: 

 

1.Hércules - Ela experimenta o homem como força física e reprodutora.

2.Apolo - é o estágio no qual percebe ele como estrategista, planejador e realizador.

3.Sacerdote - Professor. Aqui ela experimenta o homem como inteligente e orientador.

4.Hermes - o sábio na mulher a faz experimentar o homem por inteiro, integrado com sua luz e sombra. 

 

Os estágios do animus na mulher a desenvolve naquelas características. 

 

Um animus negativo, ou experiências difíceis com o pai ou animus negativo na mãe (falar mal dos homens), fará com que ache os homens fracos, meros reprodutores que não sabem nem trocar uma fralda. Fará com que ataque o companheiro e discuta a relação por ninharias.

 

Este é o drama humano, um navio é muito mais do que um navio. 

 

Mônica Clemente (Manika)

 

#anima #animus #Jung

 

10 de set. de 2021

349) Um Passo Depois do Trauma

 


UM PASSO DEPOIS DO TRAUMA

Mônica Clemente 

Os traumas mais fortes acontecem na infância, quando somos muito vulneráveis. Eles nos afetam por anos, sem a gente nem saber. Até os reconhecermos e darmos o primeiro passo em direção ao que ficou congelado e a dor derreter. 

Então, o que é um trauma e como resolvê-lo? Bert Hellinger, criador da Constelação Familiar, observou que um trauma é um movimento interrompido.  

Por exemplo, se no nascimento ou na infância somos afastados da mãe ou do pai por mais tempo do que podemos suportar, por motivos de doença, viagem ou qualquer outra situação, retraímos o movimento até eles para não enlouquecermos de dor.  

Não é uma decisão consciente, é um mecanismo de defesa contra o pânico, terror, raiva, impotência e rejeição que sentimos. 

Congelamos aí, sem lembrarmos do trauma enquanto crescemos. Nos afastando do genitor que ficou longe, porque temos medo daqueles sentimentos.  

Reeditando o trauma com explicações dos porquês “não gostamos” dele. Chegamos mesmo a ser cruéis, sem nem perceber, dizendo: “minha mãe foi terrível! Trabalhava o dia todo pra gente comer.”  

- Mas ela manteve vocês vivos? 

- Ah, eu nunca pensei nisso. De qualquer maneira, não gosto dela. 

Há outros sintomas como não sentirmos mais nada, ou buscarmos relações impossíveis ou não conseguirmos agarrar as oportunidades porque nossos braços desistiram de tomar a vida que veio dos pais. 

Rodamos nas espirais do trauma primeiro por anos, sem nem saber onde estamos presos.  

Portanto, se na infância você ficou em incubadora, ou se a sua mãe ou o seu pai ficaram afastados por mais de três dias sem manterem nenhum contato, ou se você perdeu um dos pais multo cedo, pode haver um trauma inconsciente rodando por baixo de muitos “fracassos”, desespero, vícios e depressão. 

Como resolvemos isso? 

Primeiro paramos de culpar os pais e à vida pelo que aconteceu. A culpa é uma proteção, não uma solução. Depois enfrentamos o medo, a raiva e o terror daquele hiato de dor com um pequeno passo em direção ao genitor excluído… 

…”Recuperando o movimento que foi interrompido, o movimento que não foi possível." Bert Hellinger. 

 

“Porque nunca é tarde e é sempre a primeira vez” Erika Farni (Mimansa) 

Mônica Clemente (Manika) 

#trauma #movimentointerrompido #Familienstellen #BertHellinger #Mimansa #ConstelaçãoFamiliar 

 

 

348) As Bênçãos dos Pais - Bert Hellinger

 


"Sobre a Bênção dos Pais: O Ser Humano não vem dos pais, mas por intermédio deles. A Vida vem bem de longe e nós não sabemos que origem é esta. 

 

Olhar esta origem é algo sagrado. Por isso, se o filho se curvar perante o pai e pedir-lhe a benção, ele se submete a esta corrente. 

 

Essa bênção não vem do pai, não só dele, ela vem de longe, através do pai e chega até o filho. Neste sentido encontra-se o sagrado. A força desta benção não é algo que está nas mãos do pai, mas nesta força que vem de longe.

 

Quem toma a Vida desta forma está em harmonia com sua origem, está de acordo com seu destino, que é determinado, num sentindo amplo, pelos pais. Através deles, o filho conhece as possibilidades e limitações que tem. 

 

Se ele concordar com ambos, é como se submetesse ao mundo tal como é. Isso é sagrado e se torna uma benção." 

 

Bert Hellinger em seu livro "As Ordens da Ajuda"

 

#Mãe #Pai Familienstellen #ConstelaçãoFamiliar #Benção #BertHellinger #Sagrado

 

7 de set. de 2021

347) Gurupuja, uma Oração de Corpo Inteiro

Gurupuja, uma Oração de Corpo Inteiro

Mônica Clemente (Manika) 

Mesmo diante do intransponível ainda temos uma ação, a entrega, ou o Gurupuja. No entanto, alguns continuarão a lutar, como se o obstáculo fosse ceder em suas mãos (e não vai).

 

Outros perdem a esperança e resignam. Há os que se perdem de si mesmos e ainda os que brigam com seu Deus. Todas estas respostas são válidas e ensinam algo, mas ainda tem outra, a descoberta de que o início do caminho espiritual é marcado por revezes sem solução.

 

Algo que revela a nossa impotência e, portanto, exige uma mudança de eixo: Não somos os sonhadores, somos os sonhados. Se isto for verdade, por que não deixar para quem nos sonha a condução do insuperável?

 

Alguns dão a isso o nome de fé. Não a fé de que as coisas voltarão a ser o que eram ou se resolverão como esperado. A fé daqueles que se aliam àquela força maior, como se dissessem: “você criou isso, então você cuida disso e de mim. Eu vou fazer o meu melhor” Ou “eu me entrego a uma força maior e ela me conduzirá”. 

 

Que não tem nada a ver com fazer o sonhador (self) virar jagunço das nossas brigas (ego). Ou da gente recusar ajuda de um bombeiro ou da ciência porque Deus vai nos salvar.

 

No Yoga, esta entrega se chama Gurupuja.

 

Sentados, colocamos as mãos em concha na altura do coração. Imaginamos dentro dela uma flor de lótus da cor da nossa mente naquele momento.

 

Lá, visualizamos a situação sem solução, as nossas necessidades e nós mesmos. Então entregamos a lótus para uma inteligência maior, com uma reverência do tronco.

 

Se alguém não acredita em Deus, entregue à Natureza, com muito respeito pela inteligência dela.

 

Depois de repetir 3 vezes, visualizamos um lótus branco, com toda a nossa transparência de alma, e a entregamos à Consciência Cósmica com uma longa reverência. Com o tempo, esta prática (que fazemos ao acordar e ao dormir), nos traz soluções inimagináveis.

 

Uma delas é a aceitação do que não se pode mudar. A outra é descobrir o que podemos mudar. E a outra é que o obstáculo intransponível curou algo muito mais importante do que tirou.

 

#Gurupuja #Yoga #Entrega #Fé #CaminhoEspiritual 

 

4 de set. de 2021

346) Como mudar padrões destrutivos nas relações?

 


Como mudar padrões destrutivos nas relações?

Mônica Clemente (Manika)

 

Os padrões são heranças que escrevem destinos com sangue. Tanto é que o animus, a contrapartida masculina no psiquismo da mulher, é moldado pelos mandatos da mãe, herdados das vivências  e conceitos sobre os homens das avós e ancestrais. 

 

E é talhado, principalmente, na relação com o pai, cultura masculina do clã e uma pitada oceânica de nós mesmas atacando ou aceitando os homens. O animus positivo nos leva além, mas o negativo nos impede de ter uma boa relação com um homem de carne e osso.

 

Sistemicamente, vemos relações difíceis com os homens na filha que rejeita o pai ou no oposto: a filhinha do papai que rejeita a mãe. “Basta” atender às expectativas do pai como se ele fosse um deus e negar a mãe como mulher e mãe.

 

Para não ficarmos refém do Animus negativo não adianta mudar fora, no homem, o que o feminino tem que fazer.  Porque mesmo sendo submissas, o animus negativo nos torna cruéis, castradoras e possessivas nos fazendo pensar que resolveremos os problemas de relacionamento assim: “eu agora só namoro homem espiritualizado como eu”. 

 

Este é o melhor disfarce do Animus Negativo! Desistimos de um homem de verdade pela imagem de um santo. Tem também outras vozes interiores que parecem ser nossas, mas é de um animus possessivo, que suga toda a energia da mulher só para ele, como algo “demoníaco” (Falamos disso nopodcast do Benzadeusa: “Lilith, a Soberana das sombras”):

 

“Se ele não me responder em 2 segundos eu acabo com ele!”, ou “quando amo faço assim, porque ele não faz igual?!”, ou “Ele vai te achar uma p... se você pintar as unhas de vermelho e se vc falar p...”, “os homens não prestam”, “ele só quer me comer!” etc.. Se um homem ou mulher cobrar você assim, sai pela esquerda, mas se é você quem pensa assim, o “inimigo” está dentro, fazendo você acreditar que está certa ao destruir as relações com exigências descabidas ou perda da identidade. 

 

Então dizemos: “Vou dar uma lição de constelação familiar pra ele!”… na expectativa de convencê-lo de que você tem razão.

 

O Animus negativo adora ser psicóloga dos namorados. Como tratá-lo, então? O seu animus, se ele está negativo, não o namorado:

 

1.    Nunca ataque o animus em você ou ele projetado no homem. 

2.    Busque um psicanalista.

3.    E tome dois antídotos: “meu pai é o certo pra mim” e “eu tomo a vida das minhas ancestrais, sem me meter nas relações que elas tiveram com seus homens.”

 

Mônica Clemente (Manika)

 

#Relacionamento #Animus #Jung #AnimusNegativo #AnimusDemoníaco #AnimusPositivo  

 

3 de set. de 2021

345) Lilith, a Soberana das Sombras

 


A Lilith é um dos arquétipos mais interessantes e complexos da psique e da natureza. Segundo seu mito mais conhecido, ela é a primeira esposa de Adão que não se subordina e, portanto, é expulsa e substituída por Eva. 

Desde então, ela se transformou num demônio que invade o sonho de homens e mulheres causando orgasmos involuntários. Ela também aparece como a polaridade compensatória de tudo o que está na luz (Consciência). Sendo a Soberana da Noite. 

Todas as histórias em volta dela revelam uma característica essencial: ela não se subordina e paga o preço por isso. Não subordina seus desejos mais caros. Assim como a natureza não se subordina às tentativas de a ciência dominá-la.  

Ao mesmo tempo, em nós, ela representa também conteúdos reprimidos que sairão da escuridão em algum momento. Como excessos que compensam a repressão, por exemplo. Mas antes de se tornar um demônio e personagem do velho testamento, ela era o espírito do vento na Suméria (atual Iraque). Ela era Kali, a face terrível da natureza. Ela era a face negra da Lua. 

Então o podcast Benzadeusa está fazendo um ano este mês e suas criadoras, Maria Marta Stopa e Taiu Tremonte, resolveram nos presentear com suas sábias conversas. 

E a primeira é sobre a Lilith, Soberana das Sombras! E eu, Manika, estava lá com elas, reverenciando este arquétipo feiticeiro! Na bio da página delas você acessa o link do podcast. Ou clicando aqui. 

@benzadeusa.podcast @mariamartasc @taiutremonte  

#Lilith #Kali #Hécate #Benzadeusa #SoberanaDasSombras #Podcast

#Jung #BarbaraKoltuv #Campbell #LuaNegra 

 

353) Centenário de Paulo Freire

  Centenário de Paulo Freire   Há cem anos, em 19/09/1921 nascia Paulo Freire em Recife. Agora em 2021 comemoramos o Centenário deste gra...