2 de ago. de 2021

332) O Misterioso Dom da Intimidade

 


O Misterioso Dom da Intimidade

 

A tempestade ofereceu um desafio para BatGirl:  fazer seus cabelos ficarem revoltos contra tudo o que a impedia de ser quem é.

 

Com a máscara isso seria impossível, mas desvendar o seu  rosto era um risco. Ela, então, abriu a capa, que rodopiava na ventania. E abriu os braços e até um sorriso. 

 

Quando o tufão foi embora, sua vida voltou ao normal com seu eu verdadeiro protegido. O redemoinho, no entanto, ficou em sua mente.

 

“Por que os heróis precisam ficar anônimos? Por segurança, para evitar o ego ou é pelo suspense?”

 

Não era só isso... era para criar uma distância segura contra a dor, como aquelas crianças que só recebem um nome depois de sobreviverem à infância. 

 

Como animais criados para o abate. Como qualquer ente que evitamos um vínculo. Como cobrir alguém com um manto invisível retirando dele sua humanidade.

 

Disseram para ela que o antídoto para o seu medo era um bom vinho. E era verdade, se o ritual fosse em boa companhia.

 

Há, porém, um outro antídoto que mora no segredo, mas ao contrário dele, nos revela. Ele é o misterioso dom da intimidade, que por ser feito de mistério só pode ser visto naquele com quem se vive um momento. 

 

Quem entra em sintonia com o Insondável vê rostos, identidade e valor em toda a existência. Já não é mais um perigo para os outros nem para si mesma. Não há necessidade de heróis e seu amor não é líquido, mas pertencimento.

 

BatGirl agora enxerga todas máscaras, dançando com elas no teatro da vida. Graças ao raro efeito do vento, ela aprendeu que uma persona é uma possibilidade viável de relacionamento com o ser interior.

 

Quando se trata de outra pessoa, no entanto, ela não se distancia mais com os disfarces, que invejam a capacidade humana de amar. Ela olha nos olhos do outro e eles viram o acontecimento.

 

Mônica Clemente (Manika)

 

#intimidade #persona #máscaras #espiritualidade #yoga #relacionamentos #acontecimento #sentimentos #serquemé

 

331) Anatomia Sutil do Yoga

 


Anatomia Sutil do Yoga 

Para o yoga, o corpo é uma nave de acesso à estados de consciência em camadas e pontos de energia da mente.  

Em uma destas camadas há córregos de energia vital (prana), chamados nadi. Os Nadis circulam o prana no corpo, sendo que alguns dizem que há mais de 100.000 e outros 72.000 nadis. Conhecemos os 3 principais:

 

1.    O Nadi Pingala ou direito, solar e ativo, que passa pelos centros de energia do corpo (chakras).  

2.    O Nadi Ida é esquerdo, passivo, Lunar e também passa pelos chakras cruzando com o Pingala. Eles são como 2 serpentes em zigue-zague. 

3.    O Nadi Sushumna é central, dentro da coluna vertebral, por onde a energia que leva o despertar espiritual sobe até à realização total. 

Conhecemos os 3 nadis pela metade, no símbolo da medicina. Uma espada (Sushumna) e uma Serpente ondulada (Pingala). A Ida foi descartada. Na Psicanálise o símbolo está com a Ida, a outra Serpente. E uma asa (liberação) no topo. 

O pranayama ou respiração yogue estimula o fluxo de prana dos nadis. Mas, fazer o pranayama estando com pensamentos difíceis ou bloqueios no corpo os sobrecarrega. 

Por isso que fazemos as posturas confortáveis do yoga (ásanas) e a meditação: para mudarmos nosso estado mental antes de tocarmos nos estados consciência com a respiração yogue. 

Portanto, os ásanas, meditação e #pranayamas servem para despertar a Kundalini, a energia adormecida na base da coluna, que sobe pelos Nadis e passa pelos 7 chakras, até o todo da cabeça, gerando vários #samadhi (êxtases ou estados de consciência), a cada chakra. 

Nos Chakras ainda existem as propensões mentais (vrtts), que têm relação com as glândulas e seus hormônios. Se uma propensão mental está em desequilíbrio, gerando alguns comportamentos, os #ásanas a reequilibram e a Kundalini pode fluir melhor. 

Há muito mais na Anatomia sutil do Yoga que faz a gente perceber que  "Procurar a consciência no cérebro é como abrir o rádio em busca do comentarista" Nassim Haramein 

E podemos aprender mais sobre isso no curso de Biopsicologia no @institutovisaofuturo com a Dra. Susan Andrews. 

Mônica Clemente (Manika) 

 

30 de jul. de 2021

330) A Relação que se busca tem a ver com quem somos desde o fim até o começo

 

Ilustração da Sabrina Gevaerd

A relação de amor que a gente busca tem a ver com quem somos desde o fim até o começo. Queremos um parceiro/a continente. Aquele/a que dê conta de nossa inteireza como outro adulto tão imenso quanto a gente. 

O que vemos, no entanto? Que aquilo que nos “deformou” quando éramos muito bebês até os 7 anos, será repetido como encanto nas relações de casal, até recuperarmos quem somos/seremos.  

Se nos pegavam no colo quando chorávamos, possivelmente expressaremos quem somos ao parceiro/a. Mas se toda vez que uma dada emoção era bloqueada, porque o pai ou a mãe não a aguentava, o que vamos procurar? Alguém que não nos aguente. 

Se a criança ficou mais de 3 dias afastada fisicamente da mãe quando era bebê, seus instintos interrompem o movimento até ela, como mecanismo de sobrevivência. O que procuramos na relação de amor, então? Uma parceira/o indisponível para não tocarmos no trauma primeiro.  

Se o pai era o único saudável emocionalmente, mas distante, o que buscamos? Amores impossíveis ou platônicos. Não se namora o pai, mas continuamos buscando-o em cada homem.   

Até nos permitirmos ser aquilo que somos, buscaremos quem nos mantem onde estamos.  

Não adianta mandar carta para os pais dizendo tudo o que “erraram”. Desabafo é jogar lixo na porta dos outros, sem fazer nossas feridas virarem ouro.  

Adianta perdoar? Por eles terem dado a nossa vida, fazerem o melhor que podiam e nos criarem como humanos e não como geleia?  

Não! Mas entrar em terapia ajuda, porque um bom terapeuta sabe usar a ferida dele para a nossa ferida dizer a que veio. Destas fendas resgatamos todas as partes soterradas, com um brilho diferente.  

Se não fossem estes rasgos na alma seríamos normóticos, afinal a Totalidade circula do fruto doce para o fruto amargo para o fruto doce...até o êxtase.  

Nesta árvore espiralada há outros pássaros querendo namorar. Possivelmente capazes de dar conta do que agora podemos suportar.  

O mapa da nossa estrada circular, cheia de ouro (o ouroboros), aparece na primeira infância, a cada beijo, a cada serviço à vida e a cada espanto.  

Como disse Jung, “Tudo vem de muito longe e tudo aponta para o futuro, de coisa alguma podendo afirmar-se com segurança se é somente o fim ou se já é princípio.”

 

Mônica Clemente (Manika)

 

Ilustração da Sabrina Gevaerd

 

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329) A Visita da Velha Senhora

 




A visita da velha senhora 

Quem já conversou com a sua depressão sabe que ela estava lá, aguardando há muito tempo para falar.

Sabe que ela fugiu dos porões de Hades (inconsciente), onde estavam soterradas as muitas versões da pessoa que foi visitar, carregando uma carta de pedidos que já não podiam mais esperar. A Tristeza pedia para poder chorar a falta do pai, que a mãe não deixou amar. A falta da mãe que o pai renegou.

Ela dizia: eu tenho duas asas. De um lado é o meu pai e do outro é a minha mãe. Como é que eu posso voar para o meu destino se preciso atrofiar a que você expulsou do seu coração?

E a garganta ainda completava: como é que eu posso me expressar sem reconhecer o amor que me fez nascer de vocês? Eu amo você, mamãe! Eu amo você, papai!

Como é que eu posso espalhar meu dom sobre a Terra se eu contei a verdade e ninguém acreditou? No momento em que a verdade e o amor se mostraram, a velha senhora foi possuída pela Raiva.

A furiosa carregava o medo de machucar alguém, como se fossem mãe e filho famintos, fugindo da seca num quadro puído.

Quem já perguntou para uma pessoa enraivecida se ela estava assustada, apavorada de ter escutado desde pequena que não valia nada, que tinha que odiar quem amava?

Quem?

Quem de vocês perguntou para a sua raiva se ela tem medo? Para o seu medo, se ele tem raiva? E por mais que a conversa continuasse por meses, os presos já não queriam mais sair dos porões de Hades.

Ao menos lá, eles já se conheciam, se faziam companhia, ao contrário de ter que lidar com alguém que não os queria ver.

Só depois de todos os eus soterrados terem um lugar para fora da repressão é que a velha senhora pode ir embora, certa de que cumpriu a sua missão.

Mônica Clemente (Manika)



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Na novela do Stephen King “The Shawshank Redemption” que virou o premiado filme “Um Sonho de Liberdade”, acompanhamos a redenção destes eus soterrados.



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328) Quíron e a Constelação Familiar com Cavalos

 

Eu, Manika, em 2019, no rancho Eqqus, do Paulo Neumman,
 pioneiro na Constelação Familiar com Cavalos

Quirón era um centauro imortal. Meio humano, cheio de dons e inteligente. E meio cavalo, selvagem e reverente à natureza.  Ele treinou muitos heróis, como Jasão, Aquiles, Esculápio o médico, e Apolo, aprendiz das artes, medicina, ciência divinatória e outras maestrias.

 

Apolo era irmão gêmeo de Ártemis, a mulher guerreira, amante das competições de arco e flecha em corridas de cavalos. E foi com uma flecha envenenada de Hércules que Quirón foi ferido mortalmente, fazendo-o sofrer para sempre. 

 

Hércules não tinha a intenção de ferir o sábio, mas como todas as vicissitudes da vida, tornou o centauro o símbolo da ferida incurável que carregamos dentro da gente, por onde a Alma vem nos dizer:

 

A vida não é justa. É um presente.

 

Por isso, ele deu a sua imortalidade para Prometeu se libertar da águia que comia seu fígado noite e dia.   E, assim, a sabedoria dos deuses roubada por Prometeu ficou com os humanos, enquanto o mestre centauro  foi enterrado bem na nossa frente, para que seus ensinamentos vibrassem na natureza. 

 

Metade sábio e metade experiência, sua imagem ainda é vista no Céu na Constelação de Sagitário.  Ou no indígena à cavalo dando as boas vindas ao dia: “Grande Espírito, você é meu guia!”. 

 

É visto no jóquei, com seu puro sangue, com a criança em seu cavalo terapeuta na equoterapia e na montaria do policial em plena batalha, como Aquiles fazia.

 

Quirón agora é visto nos movimentos da Alma nas Constelações Familiares com cavalos, criada pioneiramente pelo Paulo Neumann, em Curitiba (a foto acima sou eu no Rancho dele, em 2019).

E não é isso que o mito de Quiron, o curador ferido, mostrou há milênios e que os povos indígenas já sabiam?

 

Como disse Ailton Krenak: Juntos com as outras presenças existentes na Terra,  e não tentando dominá-las, nós servimos à vida. Ou seremos obsoletos para ela.

 

Para mim, Quíron é um dos símbolos  da mudança de cosmovisão que estamos vivendo. 

 

Mônica Clemente (Manika)

 

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Contato do Paulo Neumann e da Blenda Laís @equuscuritibapn 

(41) 99196-1153

 

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27 de jul. de 2021

327) As Portas da Percepção Não Buscam Culpados

 


As Portas da Percepção Não Buscam Culpados 

O contrário do amor não é o ódio, mas a busca de culpados. Porque quem percebe os laços de amor, sabe que eles formam a rede na qual a nossa vida está conectada com todas as galáxias e tudo o que existe. Então, é no reconhecimento destes laços que somos conduzidos às soluções. 

Quem não os enxerga tropeça neles e passa a vida buscando culpados para os seus próprios tropeços e os dos outros. Até que se pergunte:  

O que é que eu tenho a ver com isso?  Como quem pergunta: qual laço de amor está se revelando nesta situação?  Por exemplo: o que é que eu tenho a ver com meu pai ou mãe me tratando mal? 

- Nada! Ele/a tem algo que eu não tenho como resolver. E é isso que eu preciso perceber e aprender. Até onde o meu laço de amor por ele/a me conduz para fora dos seus tropeços e não aos meus julgamentos contra ele/a. 

O que é que eu tenho a ver com a infidelidade do meu parceiro? 

- Até onde o nosso laço de amor pode ajudá-lo a não estragar a nossa relação? A nossa relação tem força para superar este desafio? Ou , esta relação, há tempos, não é mais para mim ? Para onde o amor me conduz? 

O que é que eu tenho a ver com uma pessoa me atacando do nada? 

- Nada, embora ela busque me enlaçar com o que não quer ver. Posso bloqueá-la, denunciá-la e até buscar um advogado, se esta for a melhor maneira de me defender sem brigar. 

Sim, quem contrata um advogado não quer brigar. Quer resolver. A não ser que o advogado esteja ele mesmo querendo brigar coisas dele sobre seus clientes. Mas quem não quer brigar sabe escolher. 

E com certeza não vou me fazer a pergunta de quem procura culpados:  “por que é que eu atraí isso?” Como se eu tivesse um chip de desacertos em mim. Esta pergunta é a antítese da pergunta que abre as portas da percepção “o que é que eu tenho a ver com isso?” 

Assim posso olhar o que está acontecendo para descobrir os laços de amor envolvidos, inclusive o amor-próprio que me tira de ciladas.  Afinal, como dizia Jung:

 

“O pêndulo da mente se alterna entre perceber e não-perceber, e não entre certo e errado." Carl G Jung

 

Mônica Clemente (Manika)

 

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26 de jul. de 2021

326) Como criar o seu próprio Livro Vermelho, segundo Jung

 


Há 146, em 26/07/1875, nascia um dos maiores desbravadores ocidentais do inconsciente: Carl Gustav Jung.

Coincidentemente, ou não, com o mesmo sobrenome que é um dos radicais formadores da palavra Yoga no Oriente: Jung (Yung - união).

O que o Jung e o Yoga têm em comum? A formulação de processos e práticas para a liberação das amarras psíquicas que nos tiram o sentido da vida.

Jung dizia, então:


"Tenho visto as pessoas tornarem-se frequentemente neuróticas quando se contentam com respostas erradas ou inadequadas para as questões da vida.

Elas buscam posição, casamento, reputação, sucesso externo ou dinheiro, e continuam infelizes e neuróticas mesmo depois de terem alcançado aquilo que tinham buscado.

Essas pessoas encontram-se em geral confinadas a horizontes espirituais muito limitados. Suas vidas não têm conteúdo ou significado suficientes.

Mas se elas tiverem condições para ampliar e desenvolver personalidades mais abrangentes sua neurose costuma desaparecer."

 

E ele mesmo ensinava uma das maneiras que criou para ampliar seus horizontes espirituais, e que acabou virando seus “Livros Negros” e depois o “Livro Vermelho”, a base de toda sua obra de vida:


“Recomendo que escreva seus pensamentos, emoções e sensações em um livro muito bem encadernado. Pratique a visualização, medite, relaxe e, então, seu poder será liberado…

Quando essas coisas estiverem em seu querido livro, você pode recorrer a ele para olhar suas páginas, e será para você a sua igreja – sua catedral -, o lugar silencioso do seu espírito onde encontrará renovação.

Se alguém disser que isso é mórbido ou neurótico e você lhe der ouvidos, você perderá sua alma, e esse livro será sua alma”. 

Carl Gustav Jung.


Mônica Clemente (Manika)

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325) O Cabelos e suas Antenas para o Inconsciente

 


As formas falam mais do que a boca! Os nossos cortes de cabelo também! Eles contam histórias e molduras psíquicas todo dia, quando olhamos para o espelho.

Porque no inconsciente coletivo há um reservatório de informações que o cabelo traduz em formas, cores e atitudes. E mesmo não sabendo disso, recebemos e passamos mensagens com eles:

👩🏽 Cabelos com cachos e volume invoca um tipo de Afrodite, mas não tem emoji com cabelos tão donos de si mesmos.


🧑🏾️Nem com topete, que cai bem quando queremos ser escutadas e levadas a sério. Ele diz: “eu tenho poder e sapiência”.


🧑🏼🎤Corte em diagonal e desalinhado traz leveza, interesse e carisma. Ártemis, a livre, galopava nele. As ninfas também.


🤵🏼️Cabelos lisos andam em linha reta, seguindo as regras, tendo planejamento e visão a longo prazo.

Muito longos, como Rapunzel, insinuam pessoa submissa à mãe, ou ao pai ou à religião. Perséfone teve sua fase submissa até virar a deusa de Hades. 

👱Cabelos curtos cortam o cordão umbilical. Vibram a Solitude das deusas virginais: “Sou plena e amo o mundo interior”. Mas também podem dizer que, por hora, é mais seguro ficar na esfera do pai. 

A Franja reta, como o Elmo de Athena, pode dizer: “sou estável, insondável e comando”. E também pode dizer “sou uma criança que amadureceu precocemente, sem muita liberdade, apesar de comandar causas ou a família.

Franjas em diagonal diz: “ninguém saberá o que penso. Sou sentimento e só observo”. A franja para o lado do olho dominante deixa a gente vulnerável. A Inclinada ao olho sociável, protege. Não à toa mudamos o cabelo quando acaba uma fase da vida, como quem quer uma nova perspectiva.

E não à toa podemos ser criticadas se nosso cabelo revela poder, liberdade, sensualidade e autonomia, porque desafiam os grilhões impostos sobre nós. 

A “Princesa Safira” (foto deste texto), de Tezuca Ozamu questionava isso! Ela teve que se disfarçar de menino para recuperar o seu trono, seu lugar no mundo. Portanto, o cabelo, esta antena que nos conecta com as forças do inconsciente, faz parte da nossa digital de corpo inteiro.

 

Mônica Clemente (Manika)



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332) O Misterioso Dom da Intimidade

  O Misterioso Dom da Intimidade   A tempestade ofereceu um desafio para BatGirl:  fazer seus cabelos ficarem revoltos contra tudo o que...