28 de ago de 2013

31) A Diferença entre o Monismo e o Dualismo


 LOVE WILL FIND A WAY

Será mesmo que o amor encontrará o caminho?


DIFERENÇA ENTRE O DUALISMO E O MONISMO,
com e sem o princípio Divino:



Dualismo com o princípio Divino – Espírito Universal separado da matéria. Aqui a gente reza: Por favor, Deus, me salva deste mundo sujo e pecaminoso!

Dualismo sem o princípio Divino – mente e corpo são duas substâncias diferentes. Deus tá morrendo e a mente é o novo soberano tentando criar a vida!

Monismo Idealista sem o princípio Divino –  Mente e corpo estão ancorados na mente. Repita comigo: eu sou feliz, eu ganho dinheiro, eu caso com a pessoa perfeita. O deus Mente vira um holograma que podemos comandar.

Monismo Materialista – mente e corpo são matéria. Deus????!!!!

Monismo – corpo e mente são a mesma substância. Descamba para o monismo idealista sem o princípio divino ou o monismo materialista.

Monismo Idealista com o princípio Divino  – Mente e corpo são manifestações de uma mesma substância, a Fonte Universal. Aqui quando se pensa no Divino já se faz porque a Fonte  age no que se fez, então o resultado é Dela que não precisa perguntar pelo caminho: Love will find a way.


20 de ago de 2013

30) O sucesso em nossa vida - Bert Hellinger

Sucesso em nossa vida
Bert Hellinger
Seminários da Hellinger Schule no mundo:

https://www2.hellinger.com/br/pagina/seminario/datas-dos-seminarios-e-registro-para-seminarios/

 Tradução Manika

Ilustração de Bábara Lavalle
 para o Livro "Mamãe, você me ama?" de Bárbara M. Joose


O texto a seguir é de autoria do Bert Hellinger  e está disponível no site da HELLINGERSCHULE em inglês no link acima, é só clicar nele que você será direcionado/a para o artigo.

O Nascimento
O primeiro e decisivo sucesso em nossa vida é o nascimento. O seu  êxito se dá melhor e mais consistentemente quando empurramos o caminho para a luz com o nosso próprio esforço, sem intervenção externa. Aqui tivemos que provar a nossa capacidade de ser assertivos  e  nos afirmar. Este sucesso continua a nos apoiar ao longo da vida. A partir desta experiência ganhamos mais tarde a força para nos afirmarmos com sucesso.
Eu já consegui ir tão longe? O que essa conquista tem a ver com o sucesso profissional? Será mesmo que o nosso sucesso na vida mais tarde depende deste primeiro sucesso? Como as pessoas que vieram ao mundo através da cesariana, ou foram puxadas para a vida com um fórceps se comportam mais tarde? Ou se elas vieram muito cedo e, em seguida, tiveram que  passar semanas ou mesmo meses em uma incubadora? Como agem em relação à autoconfiança e à assertividade? Claro que os efeitos destas experiências iniciais podem ser ultrapassados posteriormente, ao menos parcialmente. E nós também podemos ganhar forças especiais com elas mais tarde, como acontece com qualquer dificuldade ou fardo. Ainda assim, estes eventos apresentam limitações e se transformam em desafios capazes de serem superados por nós uma vez que suas raízes sejam compreendidas. Desta forma, podemos ser capazes de compensar o que foi perdido, ou mesmo recuperá-lo de alguma outra forma, muitas vezes com a ajuda de outros.

Ir ao encontro e tomar a nossa mãe
O próximo evento decisivo e o próximo sucesso é o movimento em direção à nossa mãe,  agora como contrapartida a nos oferecer o seu peito e a nos alimentar. Ganhamos a vida dela novamente com o seu leite, desta vez do lado de fora.  Qual é a qualidade do sucesso  aqui que nos prepara para os futuros sucessos, tanto na vida como no trabalho? Ao tomar a mãe como a fonte de nossa vida, com tudo o que flui através dela para nós, tomamos nossa própria existência; na medida em que tomamos a nossa mãe, aceitamos nossa vida como um todo. Este tomar é ativo. Precisamos sugar para seu leite fluir. Precisamos chamar para que ela venha. Precisamos nos alegrar com o que ela nos dá e mostrar isso ao mundo.  Através dela nos tornamos mais ricos.
Mais tarde na vida vemos que aqueles que tiveram sucesso pleno tomaram sua mãe exatamente assim, e tornaram-se felizes e vitoriosos. Em geral, como nos relacionamos com a nossa mãe é como nos relacionamos com a vida, incluindo aí a vida profissional. Se nós rejeitamos a nossa mãe, nós também rejeitamos a vida e o trabalho. E, na mesma medida, trabalho e a vida nos rejeitam. Seguindo este mesmo movimento, as pessoas felizes em relação à sua mãe amam o trabalho e a vida. E assim como sua mãe dá a elas cada vez mais, à medida que dela tomam com amor, com a mesma intensidade, sua vida e seu trabalho dar-lhes-ão sucesso.
Aqueles que têm reservas sobre suas mães, também têm reservas sobre a vida e a felicidade. Assim como suas mães se retiram deles como resultado de suas reservas e da rejeição, a vida e o sucesso se retiram também.
Onde nosso sucesso começa? Ele começa com a nossa mãe.
Como o sucesso chega a nós? Quando nossa mãe é bem-vinda e quando a honramos como nossa mãe, o sucesso chega.

O movimento em direção a nossa mãe
Para muitas pessoas há algumas vivências na tenra idade que bloqueiam o caminho para a mãe. Elas experimentam uma separação prematura de suas progenitoras, por exemplo. Talvez tenham sido esquecidas por algum tempo, ou suas mães estavam doentes, ou a própria criança estava doente e sua mãe não tinha permissão de visitá-la. Este tipo de vivência, doravante, resulta em uma mudança profunda em nossos sentimentos e comportamento. Através da dor da separação e do sentimento de estar perdido sem a mãe, o desespero de não ser capaz de estar com ela, ela, a quem precisamos tanto, uma decisão é tomada e diz, por exemplo: “Eu desisto”, “Eu permaneço sozinho”, “Eu mantenho distância dela”, ou “Eu fico longe dela”. Mais tarde, quando é permitido a esta criança que  vá até sua mãe, ela ou ele frequentemente se mantém distante. Esta criança pode não deixar sua mãe tocá-la novamente; ela se fecha para a mãe e para o amor. A mãe espera em vão e quando tenta chegar mais perto, para pegar seu filho em seus braços, a criança mantém a rejeição interna, e, frequentemente, também expressa seu repúdio.


As consequências do movimento interrompido em direção à mãe

A interrupção prematura do movimento em direção à mãe têm amplas consequências em nossas vidas e no sucesso ao longo da existência. Quando, mais tarde, uma criança com este tipo de experiência quer ir até alguém, para um parceiro, por exemplo, o corpo se lembra do trauma da separação na tenra idade. Então ela para o movimento. Ao invés de seguir seu movimento, espera que o outro se aproxime. Geralmente quando o outro vem, ela tem problemas para tolerar a proximidade. Rejeita de uma ou outra maneira o parceiro, ao invés de acolher alegremente esta pessoa. Isto causa sofrimento, mas ainda assim só consegue se abrir para o outro com reservas, se não em tudo, e por pouco tempo.
Estas pessoas tem a mesma experiência com seus próprios filhos. Frequentemente terão problemas em tolerar a proximidade deles. Qual é a solução? Ultrapassa-se este trauma onde ele se origina. Geralmente, atrás de praticamente todo o trauma existe um situação onde um movimento é necessário, mas é impossível, e ao invés de seguirmos, nós nos mantemos parados, congelados no tempo. Como este trauma, esta “petrificação”,  pode ser resolvida?  O trauma se resolve em nosso sentimento e em nossa memória, quando ao invés do medo, nós retornamos à situação dolorosa e fazemos o que outrora era impossível.
Nós entramos no movimento interrompido e nos movemos além do que andamos anteriormente. O que isto significa em relação à interrupção prematura em direção à nossa mãe? Nós voltamos para dentro daquela situação como fora anos atrás, nos tornamos aquela criança naqueles dias e olhamos para a nossa mãe como fizemos.
Mesmo que a dor, a frustração e raiva brotem novamente dentro de nós, tomamos um pequeno passo em direção a ela - com amor. Fazemos uma pausa, olhamos em seus olhos, e esperamos a coragem e a força para dar o próximo pequeno passo.
Novamente paramos, sentimos e conscientemente reconhecemos nossos sentimentos, agora podemos suportá-los com amor por nós mesmos e por nossa mãe. Então, bravamente damos mais um pequeno passo, e de novo, lentamente, um passo após o outro até estarmos nos braços de nossa mãe, abrindo mão de toda resistência, nos entregando ao seu corpo, abraçando-a bem apertado no segredo de sua presença, de volta, finalmente, juntos no amor que temos por ela e nunca nos deixou ou a ela, sentindo o amor de mãe que também nunca nos abandonou: eu com ela novamente. Mais tarde testamos, aqui também como a primeira vez em um movimento interior, se poderíamos ter sucesso neste movimento em direção ao nosso amado parceiro ou amada companheira. Nós olhamos nos olhos dele ou dela e, em vez de esperar que venha a nós, tomamos o primeiro pequeno passo para ele ou ela  interiormente. Depois de um tempo, quando tivermos angariado a segurança necessária, levamos o outro pé à frente. Assim, lentamente, por meio de pequenos passos, ganhamos confiança, pé ante pé seguindo adiante até, finalmente, envolvermos o amado em nossos braços e os dele nos tomando, e, num abraço envolvente nós nos apoiamos facilitando esta realização. Continue ainda o movimento em direção a outra pessoa, deixando corpo e alma se encontrarem cada vez mais profundamente e permanecendo assim, em felicidade, por um logo tempo.

O Movimento em direção ao Sucesso
Uma interrupção precoce no movimento em direção à nossa mãe revela-se, posteriormente, como um obstáculo decisivo para o nosso sucesso no trabalho, na nossa profissão, em nossos empreendimentos. Aqui, também, é muito importante que caminhemos em direção ao sucesso ao invés de esperar que ele venha até nós. Um bom exemplo é quando esperamos o retorno sem termos nos esforçado e conquistado o que corresponde a nossas expectativas, ou quando insistimos para que outros façam o trabalho ao invés de nós mesmos nos entregarmos para ele, ou quando nos escondemos ao invés de alegremente irmos em direção às pessoas e ao trabalho. Todo  sucesso tem o rosto da nossa mãe.  
Aqui, também, nós praticamos isso com um movimento interior para o nosso sucesso, com  outras pessoas, em nossa vontade de conseguir algo para elas, preparados para atendê-los, ao invés de hesitar, permanecendo parados e esperando que se movam. Vamos em direção a eles, vamos para o nosso sucesso, passo a passo - e em cada etapa, sentimos nossa mãe carinhosamente atrás de nós. Na proximidade com ela, estamos muito bem equipados para o nosso sucesso e nós chegamos lá, assim como, anteriormente, conseguimos nos reunir com  ela. Em primeiro lugar, nos movemos até ela - e agora para o nosso sucesso.

Gentilmente se vire para os outros
Virar-se para alguém gentilmente é um movimento que começa em nosso coração. Ele vem facilmente, uma vez que se teve sucesso no movimento em direção à nossa mãe. Mas o que acontece se algo estiver em nosso caminho até ela ou se o movimento foi interrompido no início da vida? Como consequência, em vez de virarmos para os outros e para nós mesmos com amor e respeito, nos afastamos de nós mesmos e dos outros. Afastar-se interna e externamente passa a ser o nosso movimento básico em nossas relações, incluindo a nossa relação com o sucesso. Como o afastar-se pode se transformar no movimento de se virar gentilmente em direção a alguém ou à alguma coisa, à nosso vida, ao nosso sucesso e nossa felicidade?
Eu sugiro um exercício para isso. Com esta ajuda, você poderá perceber os movimentos internos do seu corpo, primeiramente o afastar-se; depois você pode se voltar em direção a algo num movimento mais abrangente.
Aqui segue o exercício em detalhes:
1.    Sentamos com a coluna ereta na beira de uma cadeira e os pés no chão. Respiramos profundamente, com a boca e o nariz. Mantemos os olhos abertos e repetimos esta respiração duas vezes. Depois nós fechamos os olhos e respiramos normalmente. Nossas mãos repousam sobre as nossas coxas com as palmas viradas para baixo.

2.    Lentamente estendemos nossos braços para frente, mais e mais, como se fossemos alcançar alguém. Permanecemos sentados sem inclinar o tronco, sentindo como nossa coluna fica mais em pé à medida que estendemos mais e mais nossos braços. Em nossa mente, nós tentamos alcançar nossa mãe.

3.    Permanecendo nesta posição, nós nos conscientizamos quantas vezes em nossa vida, de diferentes formas, nós nos afastamos dos outros, ao invés de irmos em direção a eles. Ficamos nesta posição, mesmo que seja difícil para nós neste momento. Movemos nossos braços e nossas mãos abertas para frente ainda mais, enquanto permanecemos com a coluna ereta.
4.    Lenta e gentilmente abrimos os olhos. Sem nos mexermos, nossos olhos percebem o ambiente como um todo. Voltamo-nos para isso, para frente, para cada lado, até para trás.

5.    Nós também abrimos nossos ouvidos para o ambiente. De forma ampla, prontos e dispostos a ouvir tudo e qualquer coisa que os outros querem que saibamos, e juntos  experimentamos a nós mesmos virando para nossa mãe e para as muitas outras pessoas com amor e confiança, em harmonia com todos.

6.  Respiramos mais três vezes profundamente. Como? Primeiro expiramos, e então inspiramos e expiramos as três vezes. Permanecemos sentados com a coluna ereta, ligeiramente inclinada para frente.

7.   De repente sentimos uma conexão diferenciada com muitas pessoas, nossos olhos estão mais abertos e brilhantes.  Nossos ouvidos também se abrem para elas, e sentimos que nos viramos em direção a elas de forma diferente, e também para aqueles com quem estamos conectados pela profissão e pelos negócios.

8.    O que acontece com nosso sucesso agora? Ele nos mantém esperando? O que acontece com a nossa alegria e felicidade? Elas se viram para nós, como nossa mãe.

11 de ago de 2013

29) Pai para todos os pais!


Trilha sonora para um relato que acabou ficando muito pessoal, mas é sobre o pai. 
...Nada mais íntimo do que esta realização em um/a filho/a. 

De qq maneira, a intenção é de que seja, como amor, para todos os homens que viraram pai, por exemplo, o meu pai e os que vieram antes dele, ou você, ou seu pai.


"Catendé"
Antonio Carlos & Jocafi, Ildásio Tavares e Onias Camardelli
(Álbum "Vinícius de Moraes Grabado en Buenos Aires"
 - um dos melhoresde MPB gravados ao vivo - maravilhoso!)


Atrás do meu avô, tem o Nono, e dele vieram todos os pais. Atrás da minha avó, o Mariano, e dele mais pais. Tem o Domingos, pai da minha mãe e atrás, apoiando, tem o Zin com outros pais. Tem o pai da minha avó materna, e atrás dele paz com todos os pais.  Uns da Espanha, outros da Itália e outros de Portugal. Tem os povos indígenas, pais e mães de minhas bisavós paterna e materna e atrás delas todos os pais. Genaros, Tupi Guaranis e mais. Tem meu pai e minha mãe brasileiros que me trouxeram todos estes pais e países, estas mães e matrizes. Muitos homens amaram as suas mulheres, mesmo que por um momento, até chegar no/a filho/a. Eu venho daí, desse oceano infinito de amor. Quando se reverencia os pais e as mães se olha longe, a verdadeira riqueza é extensa, fica mais fácil assim.

       Ninguém pode me impedir de ter meus tesouros. Nenhuma lei, nenhuma chantagem, nenhum ciúme, nenhuma crença, nenhuma mágoa minha, nenhuma mãe devoradora, nenhum erro do pai pelo caminho. Ele, o pai, não o erro, “é o certo para mim” (Hellinger).

Quanto tempo se precisa para realizar isso?

Se eu tiver que lutar com dragões - internos e externos - para libertar meu pai do mundo das (minhas e das auto-impostas) exclusões, eu lutarei! Não importa nem se ele não me quiser, ou se cometeu um ato terrível. Ele me deu a vida. 

E sua mão, mesmo se já partiu ou se nunca o conheci, me liberta de toda prisão. É só imaginar a mão dele segurando a minha, sem precisar chamar o desespero para ter coragem de pedir isso.  Se houve algum pai adotivo, eu o aceito também, com o meu pai de sangue atrás de mim. Mesmo que ele tenha me abandonado é da sua seiva que eu chego a você como filh@ e eu reverencio o essencial também, ou quando não me resta mais nada. E isso já é tanto...

Tomar o pai e a mãe, aprendi, é uma ação de recebê-los como pessoas que são (Hellinger, 2009). Não seus erros e acertos, seus abandonos e presenças. Tomá-los com todo o suporte das distâncias ancestrais até as últimas consequências: @s filh@s, eu, você @s outr@s.

E, no caso das relações amorosas, tenho sentido, a mulher que recebe todas as suas mães, da mais próxima a mais distante, sem julgamentos, entrega-se totalmente ao amor, assim como o homem apoiado por seus pais e avôs paternos e maternos é capaz de consumar a união.  Assim, transbordamos e com isso atraímos e sustentamos toda a relação. Todas as outras diferenças desaparecem e fica a real, um homem e uma mulher se amando, ou dois homens e duas mulheres com suas singularidades também!

Se, desde o nascimento eu saboreava sem ninguém me dizer, que "quem se alegra com a própria mãe, ganha" (Hellinger, 2009: 74), há pouco tempo e a duras penas por causa da minha arrogância eu aprendi que ter pai não é só um presente oceânico, mas uma conquista que leva para frente, preenche o vazio e dá sentidos – coisa dos afetos.  

Há anos, muitos destes afetos mais desconcertantes e sem nomes me surgiam com um álbum de Vinicius de Moraes e, principalmente, com uma música chamada Catendé, dos poetas Antonio Carlos & Jocafi, Ildásio Tavares e Onias Camardelli. Meu pai, pianista também, me apresentou as primeiras delas, talvez para me ajudar a chegar até ele, como sinais de esperança a um farol esquecido. Hoje eu pergunto, se pudesse falar comigo sem as dobras do tempo, quantos anos eu ainda manteria, teimosamente, o extraordinário sem rosto, o espanto sem as estrelas e os meus cantos sem cantor? 


Immer Du!
(Sempre você)
Só para constar, meu pai sempre esteve presente e ao nosso lado apoiando em tudo, como o pai dele e da minha mãe. Tenho boas experiências com os pais. Por outro lado, muitas vezes, é o/a filho/a que se fecha. Este foi nosso caso, eu tive que me abrir para ter um pai, não ele que sempre esteve aberto e disponível para todos nós.

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"Catendé"
Antonio Carlos & Jocafi, Ildásio Tavares e Onias Camardelli





Meu catendê ... de lá de China
Luante, meu catendê

Meu catendê ... de lá de China
Luante, meu catendê


Varre a voz o vendaval
Perdido no céu de espanto
Meu barco fere a distância
No disparo da inconstância
Me encontrei sem me esperar
Quanto mais o tempo avança
Mais me perco neste mar
E no rumo do segredo
Caminhei todo o caminho

Ei lá
Maré brava maré mansa
Ei lá
Vou na trilha da esperança
Ei lá
Vou no passo da alvorada
Ei lá
Mar amor enamorada

De segredo e de procura
Fiz do medo o meu amigo
E de força sempre pura
O meu canto se encontrou
E no fim da jornada
Vi meu canto crescer
Há tanto escuro na estrada 
Esperando o sol nascer
Vou cantar pela vida
O meu canto de amor
Há tanta dor escondida
Tanto canto sem cantor

Ei lá
Maré brava maré mansa
Ei lá
Vou na trilha da esperança
Ei lá
Vou no passo da alvorada
Ei lá
Mar amor enamorada




78) Depressão

Quando eu li pela primeira vez que a depressão, segundo as observações do Bert Hellinger nas Constelações Familiares, era, geralment...